quinta-feira, 28 de outubro de 2010



FEIRA DE CIÊNCIAS
Luta pela educação de qualidade.

Freire diz que somos “seres inconclusivos”. Creio que essa seja a máxima para planejarmos as aulas a partir do que o aluno conhece na sua finitude.
O costume, a cultura e o conhecimento informal são ricos e geralmente banhados de curiosidades. Então, por que não atender aos apelos curiosos dos alunos? A sala de aula não é algo solto da vivência do mesmo.
Planejar a partir de uma problemática ou de uma pergunta que surgiu do conteúdo que está sendo dado na disciplina só enriquece a aula. “Inovar é preciso”, ensina Moran. Mas para isso o docente precisa se dispor a motivar as aulas, ler bastante, acompanhar os acontecimentos sociais, científicos, culturais, econômicos e políticos. Não ser um alienado e pensar no estudante como cidadão.
Dentro desse contexto há de se pensar na comunidade escolar. Quem somos e o que queremos? Como o ensino pode envolver a participação da família? Um ensino voltado para o social e para os meios de comunicação social é importante. Belloni (2001) esclarece que “enquanto a família, a classe social, o bairro, e às vezes a religião são fatores de diferenciação das crianças, a escola e a mídia funcionam como fatores de unificação”.
Professores, coordenadores pedagógicos e comunidade escolar precisam estar atentos para a realidade que nos cerca. A sala de aula pode libertar o aluno ou condená-lo a mesmice, mas isso depende de cada um que com humildade se dispõe a encarar o ensino e a aprendizagem como algo sério. O papel do professor é indispensável para acontecer a qualidade tão sonhada na educação, mas ele não caminha sozinho. A responsabilidade é de todos, governo e sociedade.
Que façamos o melhor para que a pessoa humana que está na sala de aula não seja a vítima desse descaso. Sejamos enquanto funcionários da educação, agentes de transformação do lugar em que vivemos.


REFERÊNCIAS


BELLONI, Maria Luiza. O que é mídia-educação. Polêmicas do nosso tempo. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 6 ed.Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.

MORAN, José Manuel (org). Novas tecnologias e mediação pedagógica. 8 ed. Campinas, São Paulo: 2004.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Diga não ao Bullyng!

No sábado, dia 4 de setembro de 2010, a Escola Estadual São José, fez seu desfile cívico com um tema que é debate nas salas de aula, o Bullyng.
Segundo a Revista Brasil, Bullyng é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
Ele acontece na escola, na família, nas instituições públicas e particulares, e geralmente o agressor se sente superior a vítima. Agride de forma verbal ou física.
A escola como local de formação humana e social não pode aceitar essas atitudes por parte dos alunos, então deve trazer para sala de aula e comunidade escolar o debate aberto sobre o tema. Uma criança ou jovem vítima de bullyng se tornará um adulto cheio de problemas, de acordo com o sociólogo Orson Camargo.
Achei relevante a caminhada pela paz realizada pela Escola São José. Com isso,a instituição mostrou que a Semana da Pátria se dá com a construção de um país melhor, mais humanizado e sem violência.
Portanto, professores e alunos DIGAM NÃO AO BULLYNG! E lembrem-se, o Código Civil deixa claro que toda pessoa que sofrer atos ilícitos (agressões, maus-tratos) deve recorrer a justiça. Façamos a nossa parte por um mundo melhor!

Fonte: http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm.

sábado, 12 de junho de 2010

O teatro na sala de aula faz com que os alunos fiquem mais extrovertidos, saibam opinar sobre as ideias propostas e se divirtam aprendendo. É muito dinâmico!
Incentiva a escrita e a leitura. O lema central do teatro está baseado no tema geral da Escola São José no ano de 2010:Fraternidade e Economia-“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24).(Campanha da Fraternidade 2010).




terça-feira, 8 de junho de 2010



"A leitura é o guia turístico da sua imaginação", disse o Miguel. Concordo, pois não há viagem mais completa para o conhecimento do que essa. A leitura é a liberdade intelectual do homem.
Leitura é fundamental!!!


O aluno Miguel da 4ª 7 teve o seu desenho escolhido no Concurso do Festival de Leitura 2010. Parabéns!!!!!


Professora Neida Magalhães na Escola Estadual São José desde 1988.