domingo, 31 de janeiro de 2010

FANTASMA – PARTE II

Era uma sexta-feira, chovia muito e nós estávamos na escola para uma reunião pedagógica. A pauta era um pouco extensa, mas quando nos reuníamos para estudar não percebíamos que as horas passavam depressa. E nesse dia perdemos a hora, quando demos por nós já eram 11 e meia. Dizem que é quando os fantasmas da escola acordam para iniciar sua rotina.
Bem, começamos a nos preparar para ir embora para nossas casas, mas a diretora Rosália não achava a chave da porta para sairmos. E assim começou a angústia. E o grupo começou a viajar na história da “madre sem cabeça”. Ela se tornou a vítima principal do roubo da chave, coitada, nunca tem paz, até hoje é assim, bem, voltando ao assunto, começamos a procurar a chave em todos os lugares da instituição e a achamos, pasme, na porta que queríamos abrir. Todos juram que tinham ido lá e não estava, blá, blá,blá.
Na verdade, eu não posso afirmar nada, pois na porta não tinha ido. O conselho que dou a todos que ficam a noite na escola é que deixem a chave na bolsa. Não a soltem por aí, principalmente nesses horários sinistros. É de arrepiar!!!

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